A ordem de classificação dos cursos é definida pelo score onv, nosso jeitinho estatístico de separar o joio do trigo. Ele leva em conta para o cálculo, não só a média de aproveitamento dos alunos daquele curso, mas também a quantidade de alunos que utilizaram o curso — porque milagre com meia dúzia de alunos até parece fácil.
A lógica é simples: um curso com poucos alunos e média altíssima não necessariamente é melhor do que outro com média um pouco menor, mas com uma quantidade muito maior de alunos. Isso evita distorções causadas por amostras pequenas ou fora da curva. Quanto mais gente mandando bem, maior a confiança no resultado — e, claro, maior o score onv.